“‘Carmina’ Nos Reuniu, Agora Vamos Para Os Tapetes Vermelhos Em Família”

Paco Leão estreia nesta quarta-feira, trinta de abril o seu segundo filme como diretor, Carmina e amém, um vídeo em que tua mãe, Carmina Bairros, volta a ser a enorme protagonista. O filme, que teve uma grande recepção no festival de Málaga, pode ser terça-feira, 29, inteiramente sem qualquer custo, em mais de 100 salas de toda a Espanha. Paco, com muita improcedência sobre como funcionará o video, comenta várias curiosidades sobre o assunto este segundo experimento em que seu trabalho e sua família estiveram mais unidos do que nunca. É claro que sim. A realidade é a inspiradora de tudo isso.

Tudo isso tem dado espírito a este video. Você mudou muito tua mãe sobre a primeira cota? Não, não mudou. Eu tinha horror de que se resabiara e perder a naturalidade, no entanto tem estado tão fresca do que na primeira.

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Já não se sentia tão estranha repetindo uma seqüência, uma e mais uma vez, ou respeitando um rácord. No video, Maria cada vez se parece mais com Carmina, Sim, sim, sim, completamente. É Carmina B. Até eu vejo que eu “acarmino”.

Minha mãe —que eu conheci com 18 anos, visto que eu tinha ainda muito jovem— não foi sempre desta forma. Eu acho que se fez a si mesma. Ela, filha de militares, era muito prudente e demure em tudo. A existência é o que a tornou a mulher que é hoje. Com os anos, cada vez dão menos pudor as coisas, apanhar o touro pelos chifres e a cada dia que passa é mais livre, e para mim é isto o que eu desejaria de passar. A Carmina se lhe perceba, além disso, um magenetismo especial. Isso não é ficção, O assunto central de Carmina e amém é a morte, o

A morte é uma coisa raríssima. Toda humanidade tenta ter uma ligação com a morte de negação, de não ambicionar saber e não tê-la presente. Para mim é uma coisa que me apavora, não somente a minha morte, que é inevitável, entretanto a morte de seus entes queridos, que é o que mais terror fornece. Tudo o que resta é esperar que almejo que tudo siga o teu curso natural e que sempre sejam os filhos que sepultem os pais, mas há que aceitar que a morte faz parte da existência. Como você consegue o equilíbrio entre drama e comédia? Esse era um pouco o estímulo, continuar fazendo comédia em um quadro tão trágico como o de morte.

Mas, como te dizia, a inspiração é a realidade, onde está todo misturado, e é em velatorios onde as pessoas entra a risada frouxa. Partindo daí, observar os dados, você irá ver esta coisa tão berlanguiana de retratos sociais muito escuras em que você não tem mais medicamento que sorrir. O outro amplo tópico é a família, que por este caso se torna algo quase metacinematográfico.

Como vive esta combinação de seus mundos profissional e familiar? Foi como uma espécie de reconciliação ou de encontro. Não é que tenhamos estado nunca estão fartos, todavia eu a todo o momento fui muito retirado de minha família. Tenho sido bastante livre e tenho estado muito retirado de minha família, com muito bom humor, mas a todo o momento o meu.