Peso Moeda Nacional

Em 1887, com a sanção da Lei 2.216 de Bancos Nacionais Garantidos, se determinou que os bancos estaduais e privados possam emitir notas garantidas com fundos públicos nacionais. Cada entidade bancária deve depositar antecipadamente o valor em ouro de Fundos Públicos que apoiaram estas emissões, controladas por um escritório de detetive. Foram realizadas emissões de bilhetes do Banco Nacional, Banco da província de Buenos Aires, Salta, Tucumán e Mendoza, entre outros. Com a constituição da Caixa de Conversão foram unificados estas emissões.

Originalmente um peso moeda nacional era conversível para 1 peso de ouro vedação (cinco pesos ouro eram um Argentino de ouro). O peso de ouro, seria de 1,612 g e 900 1000 de fino, e o de prata de 25 gramas e 900 mil de multa. 1,00. A perda de reservas do Banco Nacional, em 1885, suspendeu a conversibilidade de tuas notas e dos demais bancos de emissão.

2.27. Esta conversibilidade durou até 1914 (ao começar a Primeira Guerra Mundial). Se bem que depois daquele ano, não houve um sistema monetário fixo, a cotação da moeda foi bastante estável. Esta série foi apoiada primeiramente pelo ouro, contudo em 1885, foi aprovada uma lei que impedia qualquer conversibilidade do papel-moeda.

O propósito da edição de 1885 foi a de substituir as notas anteriores com a denominação “Peso de Ouro” por bilhetes em “Pesos Moeda Nacional Ouro”. Os anos entre 1881 e 1884, caracterizam-se por emissões estipuladas pelo Banco Nacional, sobre isto uma série de notas de euro em Pesos Moeda Nacional Ouro. A Lei de Bancos Garantidos estabelecia que cada banco estava autorizado a emitir notas com a circunstância de fazer um depósito de ouro pro tesouro nacional, pelo qual ganhou uma determinada quantidade de títulos públicos.

Foram realizadas emissões de bilhetes do Banco Nacional, Banco da província de Buenos Aires, Salta, Tucumán e Mendoza, entre outros. Com a fabricação da Caixa de Conversão, em 1890, foram unificados estas emissões. No decorrer da primeira presidência de Julio Argentino Roca (12/10/1880 – 12/10/1886), o Banco Nacional emitiu notas por 5, dez , vinte e cinquenta centavos (Lei de 4 de outubro de 1883. Impressor: American Bank Note Co, New York. Ao longo da presidência de Carlos Pellegrini (6/8/1890 – 12/10/1892), a Caixa de Conversão emitiu notas por 5, 10, 20 e 50 centavos. Lei Nº 2707, de 11 de novembro de 1891. Impressor: American Bank Note Co, Em Nova York.

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No decorrer da presidência de José Evaristo de Uriburu (23/1/1895 – 12/10/1898), a Caixa de Conversão emitiu notas de 10, vinte e cinquenta centavos. A Lei 3.505, sancionada em 20 de setembro de 1897, autorizou a Caixa de Conversão a renovar toda a moeda circulante da data.

Se decidiu fazer um projeto exclusivo, chamado “Efígie do Progresso”. Estes bilhetes originalmente foram criados de amplo tamanho e impressos pela Casa da Moeda, usando papel de origem francesa. Devido ao teu tamanho e que o papel não era de boa particularidade, começaram a se deteriorar mais rápido.

Pelo que se suspendeu a impressão e elegeu um novo fornecedor. Os novos bilhetes —de pequeno tamanho— começaram a ser emitidas em 1903, usando como processo de impressão o sistema de tipografia. Por intermédio da criação do Banco Central, esta associação é causador da emissão de notas, que são impressos pela Casa da Moeda.

No começo se usou os mesmos projetos que se encontravam em circulação a começar por 1899, mudando somente as lendas da entidade emitente. Em 1942, o Banco Central escolhe emitir seus primeiros bilhetes próprios, com um design mais moderno e seguro, abandonando a clássica Representação do Progresso. Por dificuldades de momentânea falta de experiência, novas séries foram impressas pela Inglaterra, porém, posteriormente, retomou-se a impressão na Casa da Moeda. Com a Lei 1.130 (cinco de novembro de 1881) são cunhadas as primeiras moedas nacionais justamente citadas, de ouro, prata e cobre.